Sunday, July 23, 2006

Sorte de hoje: Só prometa o que pode cumprir

Título estranho, não?! Pode ser que sim, pode ser que não. Porém! Porém, refere-se quanto ao blog. Da última vez disse que voltaria e que seria com a corda toda, com um gás extra... Mais uma vez eu me distanciei e deixei por entre teias e poeira isso tudo aqui. E se eu fizer ao contrário, uh?! Caso eu não fale dum retorno, tecnicamente seria mais impulsivo voltar? Ok! Piada ruim, comentário desnecessário...


Olhos e passos

Um outro dia bonito passou e eu não tenho como fazê-lo voltar. O máximo que posso fazer é retornar os ponteiros a hora que eu quis fazer recriar. Seria clichê se eu dissesse que imagino seu olhar antes de você acordar? Talvez sim, talvez não. Mas, certamente, a dor não é clichê. Não poder o que eu ainda não tive é um precipício sem fim e que o chão é o lugar que eu fico já que será ele que eu não poderei passar. Apenas abro os olhos e vou, a vida é muito simples da alma ser rasgada o difícil é recompô-la depois do como será, como será? Se você não me conhece...

Saturday, April 22, 2006

Eu voltei para ficar, pois aqui é meu lugar

Amigos! Volto eu da jornada que não canso: faculdade. Como este polissílabo pode tomar tanto tempo das vidas dos universitários, porém não reclamo. Antes o tempo consumido por lá do que ficar olhando a vida passar sem nenhum prazer. E nesse meio tempo tantas coisas aconteceram, cunho particular, nem tão particular, mas que para meu ser é como se fosse. E fiz mais um texto, espero que gostem, sinceramente, eu acho que não fui tão lúcido como outrora. Enfim, eis o meu tempo em meio as palavras que se firmaram para sair isto:

Passos passados no mundo desatinado

Hoje parece não ser um bom dia, não aquele que eu desejava ser como fosse. Tudo é um recomeço até mesmo aquilo que temos por anos, cada dia deve ser renovado para que tudo seja máximo. Agora olhe para mim, estou movendo meus pés para ver o que eu vivi e deixo pra trás pedaços de um quebra-cabeça que eu não consegui montar. Entretanto, o mundo pode me mostrar o céu azul que há no caminho escuro que eu possa estar. Eu costumava falar das minhas convicções e de como eu fazia o meu mundo observando a minha imagem refletida no lago. Eu agora quero viver e abrir os portões dessa estrada: vida. Não me pare agora, eu sei que há verdade no meu caminho. Estou apenas na linha do horizonte.

Monday, January 30, 2006

Talk, let's talk!

Mais de um ano passou, as idéias não. Aqui estou para mais um texto num momento de esgotamento do que mais tenho: paciência - devo isso ao maravilhoso site da UNI-RIO! Dantes, devem estar se perguntando (duvido, porém não me custa sonhar com isto...) o motivo pelo qual retornei a este blog. Contar-te-ei! Estava eu, cru de idéias, num dia de nuvens que movem pra lá e pra cá sem saber quando a chuva cairá, quando entro no MSN e falo com a minha amiga de faculdade Danielle. Soube, então, de um recado, no Orkut, do melhor professor de Sociologia que o mundo viu, vê e terá: Nilson Moraes. Lembrei, então, das aulas e debates do mundo qual vivemos e as arestas que mais farpas tem do que pontas polidas. Diante de tal recordação foi incontrólavel a vontade de voltar a escrever...

Espero que comentem!

Quebra ser

Olha o relógio marcando a hora. Estranhos estão e são os ponteiros, além do devagar para um ser que anda pela cidade esperando o vento chegar, bater e levar o que ele não faz. Segue a direção que o nariz apontou sem nenhuma consulta; sem vida ou passos para o trás-lado dar agora está um orbe a declinar. Trata de esquecer o que não sabe para não ocupar sua mente, pois as suas partes não formam mais um de nós. Procura um luzeiro, pois sem brilho está. Num momento de alucinação grita:

- Quero estar ao lado da luz, os dias me consumiram do instante que nasci ao que agora sou. Até o papelucho que está diante de meus olhos parecem ser mais quê. Este mundo que Deus nos deu para fazermos a sua semelhança valer fez escoar o meu ser.

O paralelismo não está tão próximo assim. Toma o rumo qualquer, distancia-se do amontoado da vida para o páramo no caminhar moribundo.

Sunday, April 10, 2005

Fade away from here with my little parachute

Olá, galera! Muito tempo sem postar. Tanta coisa nova aconteceu nesse período e num post seguinte eu conto alguns dos fatos. Então, o mais legal de todos foi que eu passei pra UNIRIO e que começo no 2º semestre. Como eu estou sem a mínima vontade para escrever eu vou postar um texto de dois meses atrás. Só quero lembrar que não aconteceu comigo! Por favor, comentem...

Fade away from here with my little parachute

Nesta noite eu poderia me tornar um possível pesadelo e sair pelo céu negro que desaba sobre nós. Eu poderia arrancar a parte do meu coração enferma que faz a vida inerte sobre o tempo. Eu poderia pular do fastígio de um prédio com o meu pequeno pára-quedas e qualquer lugar ir, aonde o vento fizesse o cata-vento apontar. Sinto-me como um ladrão em fuga, desesperado em busca de um esconderijo. Você vê tudo o que acontece a mim e parece contemplar. Ironicamente foi você quem causou tudo isso. Ponho fim ao silêncio ao rasgar da última foto sua que fora tão minha, queimo-a agora. Faço do meu passado ao teu essas cinzas que não podem renascer. Faço de você, querida, as pegadas na areia que as ondas apagarão. Proclamo a minha libertação e liberto-me do previsível.

Ah! Fiz o fotoflog: www.cambio.fotoflog.com.br

Saturday, January 22, 2005

The Anthem - Good Charlotte Song

Após um longo período sem dar as caras, um mês ou mais, cá estou para trazer, ao menos tentar, alguma boa nova. Bem, acabaram as provas do vestibular. A última foi a da UNIRIO que fora realizada na quinta-feira passada. Agora é aguardar os resultados das demais universidades (UFF, UFRJ e a UERJ) e esperar passar. E nesse tempo que eu fiquei sem postar, eu fiquei pensando em muitas coisas que eu fiz e deixei de fazer em 2004. Uma auto-avaliação para melhorar em 2005 e não comenter alguns erros bobos que, infelizmente, ocorreram. Uma boa nova! Acabou a obra na minha casa, graças a Deus acabou a poeirada aqui. E, devido à obra eu aprendi a fazer um prato "delicioso": Miojo à parisiense. Até que ficou bom,rs. Ontem, teve um encontro na casa da Naty. Segundo Cidão ou vulgo "Master Hunter Of Little Girls" uma "reunião familiar",rs. E foi muito do legal rever todos os amigos que não via há um certo tempo, curto é verdade; mas quando se é amigo o tempo por menor que seja faz sentir saudades. Acho que é só isso. No próximo post colocarei um texto.

ENQUETE: Fotoblog ou não? Se você acha que eu deva fazer um deixe sua opinião!

Sunday, December 12, 2004

Amanhecer em Venez(a)uela

Esse texto que vos publico é um tanto quanto velhinho. Estava por aí em algum caderno amarelado e eu o achei. Resolvi passá-lo para o computador e subseqüente publicação no blog. Quanto a mim. Quer saber? Tá bom! Não quer saber, não conto. Apenas leia e se for possível comente.


Ponte de Rialto - Veneza, Itália


Amanhecer em Venez(a)uela

Suntuoso o Sol chega faustoso nesta manhã. Aparece por detrás do morro, tímido em sua aparição. Com soberania emana seu calor sobre nós. Raios cortam o céu, cortam as nuvens; afastam o sereno da noite. Passam sem problemas pelas frestas da janela e alcançam os meus olhos. Faz-me acordar. Recíproco sentimento de felicidade, igual vontade ser como ele. Refulgir um universo, ter a Lua como sua paixão, ser importante e não arrogante por seu posto. Entre meus lençóis estico o corpo e com certa preguiça levanto-me. Ponho os chinelos nos pés dementes que sustentam um corpo tolerante ao sono. Vou ao banheiro para lavar o rosto, escovar os dentes. Tomo o café, leio o jornal. Estou com o pensamento na minha Venezuela. Sim, Venezuela! Cuja alcunha revela: “pequena Veneza”. Minha pequena Veneza, como estará agora? Será que ela sabe que é como Veneza para mim? Linda, vivaz, única. Simples por essência, charmosa por natureza, com elegância encanta quem a vê. É o âmago da minha vida. O Sol em seus olhos tende a ser o amanhecer mais perfeito que já fora visto. Surpresas, surpresas... É possível encontra-las em seu olhar. Não há como voltar em mim quando em você perco-me em caminhos sem fim. Quimera tal qual águas calmas de Veneza é quebrada por um bocejo, passo a mão no rosto e tomo mais um gole de café. Realidade é preciso retornar. Por camisa, calça, tênis. Sonhar é bom, viver é um dom, amar é um risco. Um limite entre o prazer e a dor. O Sol acima do Sol e a vida prossegue.

Saturday, November 27, 2004

Uni-duni-tê

Não era pra estar aqui. Também não quero estar lá. Paradoxos fazem minha cabeça, mitos faço recriar. Apenas me deixe aqui sonele pensar e tranqüilo perceber que a estrada que vai é a mesma que pode trazer a solução de problemas vis. Apenas digo: Comentem, merda...

Uni-duni-tê


Ando malcontente pela cidade, sou apenas mais um nas ruas vazias. Sinto-me como meu único amigo. Esqueço de tudo, exceto o meu nome. Penso no que eu poderia ter mudado, mas é custoso. Indolente percebo que as luzes cegam, com cautela eu vou para qualquer lugar que seje diferente deste. Cicatrizes acompanham-me no ardiloso partir. Atalhos não consigo encontrar; é galharda a paisagem que consola, ainda bem. Desconcentrado, sem pretensões eu sou hipotético quanto à vida. Nenhuma conclusão, mesmo que precipitada, não consigo formar. Ah, como eu queria ser aquele boêmio! Sem preocupações, sem problemas, sem qualquer languidez. Preocupado apenas com a brancura de seu indumento. Onde está o gênio da lâmpada? E a fada madrinha? Esqueceram de mim neste mundo desordenado?!. Atrai a indiferença da vida à inclinar-me ao seu súbito marasmo. Encontro-me em passos sonolentos, até um galho seco estalar e fazer-me “acordar”. O Sol faz minha sombra no chão, com ela faço ligeira amizade. Meu corpo em desprazer pede minutos de descanso, percebo que preciso desse tempo. Estou de um jeito que não importa. Você se importa? Mais cedo ou mais tarde ela se importará...